domingo, 7 de agosto de 2016

Transexual Lea T abre o desfile da equipe olímpica brasileira


 Lea T é o  nome artístico de  Leandra Medeiros Cerezo, estilista e modelo  nasceu ( e recebeu o nome de Leandro) em 19 de fevereiro de 1981 em Belo Horizonte.

Filha do jogador de futebol e treinador Toninho (Antonio Carlos)Cerezo,volante da seleção brasileira e de Rosa Medeiros.

Irmã de Gustavo,Lorena e Luana.

Ficou famosa após um ensaio fotográfico para a edição de agosto de 2010 da revista VOGUE.


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 A edição da nova Playboy de abril de  2016, traz matéria  com  a entrevista de Lea T,  explicando a cirurgia de mudança de sexo que fez na Tailandia em 2012: " o pênis é como um clitóris que se desenvolveu. Na operação, eles escolhem e embalam os nervos para transformar em um clitóris, então, você tem o mesmo tipo de sensação de antes".

Lea declara também que  Riccardo Tisci (diretor criativo da grife italiana Givenchy) a colocou em uma campanha publicitária da empresa para que ela conseguisse a quantia necessária para a operação.

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Nestes quase 30 anos de militância pelos direitos da comunidade LGBT, nunca tinha visto um gesto de acolhimento como o do Comitê Olímpico Brasileiro.
Espero que não seja apenas um momento de empolgação para o mundo todo ver e, sim, grande passo em direção à eliminação da discriminação e do preconceito.

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sexta-feira, 5 de agosto de 2016

O Diabo vestia Farda - 1 (ou: Ainda bem que os tempos estão mudando)



O veterano do Vietnam

 
Talvez o mais conhecido gay nos Estados Unidos nos anos 70, o Sargento Leonard Matlovich (1943-1988), era um instrutor de esportes e veterano do Vietnam tendo recebido a Medalha Púrpura e a Estrela de Bronze por feitos heróicos.
Foi protagonista da mais celebre saída de armário da década, com cobertura da cadeia de TV NBC e artigos no New York Time.

 Matlovitch tremeu nas bases quando se viu na capa do Time Magazine, em 8-9-1975, com  foto espalhada por todas as bancas de jornal do pais.
Sem ser ativista, tornou-se um símbolo para todos os homossexuais militares.
Nascido Savannah, Georgia, era filho de um oficial da Força Aérea Americana. Ele e a irmã viveram em bases militares e foram educados dentro dos preceitos da Igreja Católica.
Foi racista e um patriota ferrenho - a bandeira americana sempre tremulando na porta (votou no conservador Barry Goldwater, em 1968). Voluntário para o serviço militar, lutou no Vietnam durante 3 anos até seu avião ser abatido em Da Nang e ficar seriamente ferido.

Ao voltar para casa, depois de ter testemunhado os horrores da guerra, passou a morar na Flórida, perto do Forte Walton Beach e, para sua própria surpresa, começou a freqüentar bares gays nas proximidades de Pensacola.

Numa entrevista, mais tarde, declarou: “Conheci um presidente de banco, um frentista de posto de gasolina e ali não havia discriminação. No dia 30 de maio de 1972, dormi com um homem pela primeira vez”. Somente amigos mais chegados sabiam de sua nova vida. \

Revoltado com as atrocidades cometidas contra os negros entre 1972 e 1975, tornou-se uma espécie de porta-voz da causa. Confiante na compreensão de seus oficiais superiores decidiu escrever uma carta, para ratificar sua homossexualidade. O recorde de missões no Vietnam e a exemplar carreira não foram levados em consideração. 

Foi expulso da Aeronáutica seis meses após a declaração.
Um advogado militar prometeu que, se assinasse um documento renegando tudo, seria reintegrado. Matlovich agradeceu e declinou.

Ao contrário, processou a Força Aérea e não recebeu os 160 mil dólares de ressarcimento e a promoção que pedia no caso de uma volta com dignidade. Por ter se tornado mórmon quando vivia em Hampton, Virginia, foi duas vezes excomungado e expulso da igreja que freqüentava.
Mas em 17/1/1979, foi recebido de volta à Igreja, ao vivo no show de tv de Phil Donahue.  


 A reação de sempre


A experiência mais dolorosa foi a reação dos pais. A mãe foi informada por telefone. Ficou tão abalada que não contou ao marido.
E disse que Deus a tinha punido, porque o filho saído da Igreja católica ”perdera o rumo”.
Mais tarde admitiu que já havia suspeitado (tem mãe que é cega), mas só acreditou quando leu nos jornais. O pai? Gritou duas horas ao telefone e rompeu relações.

Gay assumido, mudou–se para Califórnia e tornou-se um ativista.
 Acreditava que os gays civis poderiam se associar e lutar juntos pela causa comum, mas não teve sucesso no empreendimento.
Entre 1975 e 1980, sua vida financeira desintegrou-se com o insucesso da sua pizzaria.

 A histeria coletiva que a divulgação do vírus da AIDS causou e mais a pecha de “Câncer gay” que teve no início o levou de volta a San Francisco, onde trabalhou como vendedor de carros.

Durante o verão de 1986, começou a sentir os sintomas e foi dos primeiros a receber o tratamento com AZT, nos tempos em que se morria da tentativa da cura.

Tornou-se, então, um ativista pela pesquisa das causas da doença, contando sobre sua situação de saúde no Good Morning América Show, em 1987.
Morreu em 22 de junho de 1988, um mês após o 45º aniversário e seu túmulo tem a inscrição   

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”Quando eu era militar me deram medalhas por matar pessoas e uma dispensa por amar outras”.
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quinta-feira, 21 de julho de 2016

Frances Hodgkins- (mais uma) herdeira artística de Matisse

                                       Frances  Hodgkins (1869-1947)

Nascida na Nova Zelândia,iniciou a carreira como  aquarelista,foi designer de tecidos e tornou-um dos principais expoentes do modernismo britânico. 

As obras do final da vida são as mais admiradas e é  considerada"herdeira"artística de Henri Matisse.

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Frances Mary Hodgkins nasceu em Dunedin, Nova Zelândia, em 28 de Abril de 1869, a terceira dos filhos de  William Mathew Hodgkins e sua esposa australiana, Rachel Owen Parker. 
 Dunedin, onde Frances  viveu até os 31 anos , foi a cidade mais próspera e populosa da Nova Zelândia,com  vida artística muito ativa. 

Influência paterna

William Mathew Hodgkins,o pai, foi um dos fundadores em 1870 e  da Sociedade dos Artistas de Otago (mais tarde a Sociedade Art Otago) e ,em 1875,  participou da inauguração da Dunedin Public Art Gallery. 


Frances e sua irmã mais velha, Isabel, herdaram o talento do pai e cresceram num lar onde parte da vida familiar era dedicada `a pintura.A vida colonial modificou os padrões da sociedade vitoriana e deu às mulheres da classe média neozelandesa a oportunidade da realização nas artes,como professoras ou  profissionais.   As meninas da família,ao contrário dos irmãos, foram educadas em escolas particulares onde a música e pintura  também eram cultivadas.

  O talento de Frances foi inicialmente ofuscado pelas  realizações da irmã, que se juntou ao seu pai no trabalho, recebeu aulas dele e se tornou uma pintora de sucesso de  paisagens e natureza morta, ganhando o suficiente em 1888 para financiar um longo período sabático na Austrália. 

 1866-Demonstrando a independência que foi caractereitica marcante na vida e na arte,  Frances pintou apenas algumas paisagens da Nova Zelândia e  desenhos a carvão focados na figura humana 
Em 1890,começou a exibir em sociedades de arte em Christchurch e Dunedin. 'Menina que alimenta aves de capoeira »(1890) e" Retrato de Ethel McLaren' (1893) são os títulos típicos deste período inicial. 
Entre 1889 e  1897,retratou pessoas e atividades no ambiente semi-rural de Cranmore Lodge, a casa da família
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No início de 1900,influenciada pelo impressionismo,produziu figuras femininas exaltando a maternidade e em momentos de lazer.
Partiu para uma longa viagem `a  França,onde conheceu a também artista Kate Dorothy Richmond e, dois anos depois, ambas retornaram `a Nova Zelândia e se radicaram em Wellington.
Davam aulas e exibiam seus trabalhos.
Durante a viagem de volta, Frances conheceu o jornalista inglêsThomas Wilby, com quem se correspondia.
Em 1904,Wilby a pediu em casamento, ela concordou.Mas o affair não foi longe.Em 1905,o compromisso foi desfeito.
Foi  a primeira e única vez que pensou em se casar.

Como outras mulheres talentosas de seu tempo,percebeu que casamento e maternidade não combinavam com carreira artística  e,a partir daí, passou a evitar relacionamentos com homens. 

Conversou com suas alunas sobre o fato do casamento ser um compromisso incompatível com trabalho profissional.  
Ao retornar à Europa em 1906,terminou a relação com Dorothy Richmond,o que lamentaria no futuro.
Passou a maior parte  do tempo de vida  na Europa, retornando à Nova Zelândia  apenas para algumas visitas.
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Frances Hodgkins teve as primeiras lições de pintura a óleo em 1908,usando em seus quadros a densidade e a textura.
 Aos poucos,  o estilo impressionista e começou a integrar as tendências pós-impressionista : o cubismo e as  imagens decorativas de Matisse,  Entre 1928 e 1930, foi adicionando  um novo estilo ao seu repertório que se tornou   parte integrante de seu conjunto de obra: a paisagem still-life ( still-life =auto
"A filha do fazendeiro "

retrato com  arranjo decorativo dos pertences do artista)

Um biógrafo definiu este período como  "obras que apresentam abstração, undertones surrealistas, um tratamento à base de cor e lírico de forma, e uma investigação de ambiguidade espacial entre primeiro e segundo plano".Na  longa e profícua carreira artística ela  como aquarelista de província. 



Em contato com vários movimentos artísticos europeus seu trabalho ganhou identidade própria.
Continuou a pintar até os 70 anos, apesar dos sofrimentos causados por reumatismo e bronquiute.

Ao morrer em 1947 (aos 78 anos) em Dorchester, Dorset,era uma das  principais figuras do movimento moderno britânico 
Hoje,é considerada como a primeira mulher  artista da Nova Zelândia a ter uma reputação internacional significativa,  e suas obras são amplamente exibidas na Nova Zelândia, Austrália e galerias inglesas, incluindo a Tate.

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Slideshow com 19 pinturas da artista 

http://www.bbc.co.uk/arts/yourpaintings/artists/frances-hodgkins

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terça-feira, 5 de julho de 2016

Lançamento Editorial : IN THE DARKROOM- Autora Susan Faludi -EDITORA Metropolitan Books PREÇO US$ 19,75 na Amazon

O pai da jornalista Susan Faludi, vencedora de um Prêmio Pulitzer  em 1991,fez cirurgia de mudança de sexo aos 76 anos,na Tailândia.

Susan e o pai em Budapeste (2010)



 Stéfie, como passou a se chamar, morreu em 2015, aos 87anos.
O livro, a partir de depoimentos de Stéfie, relata  a dramática mudança,uma verdadeira libertação, ocorrida no final da vida.
Imperdível e aguardamos uma tradução em português para que esta história   extraordinária seja melhor  difundida.

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Traduzi e adaptei a resenha publicada pela  Macmillan Publishers :

"No verão de 2004, me propus a investigar alguém que eu mal conhecia :meu pai. O projeto começou com uma queixa, a queixa de uma filha cujo pai tinha fugido de sua vida
Eu estava esperando encontrar o trapaceiro astuto que tinha pulado para fora de tantas coisas - obrigação, afeto, culpabilidade. Preparava uma acusação, acumulando provas para um julgamento. Mas,num certo momento, a promotora se tornou testemunha". 

Quando a escritora e feminista soube que seu pai de 76 anos afastado da família  vivia na Hungria  depois de se submeter a uma cirurgia de mudança de sexo,percebeu  que a investigação iria  se transformar  em algo  pessoal e urgente.  

Como foi  encontrar este novo pai que identificou como "uma mulher completa agora"  em oposição à figura  silenciosa, explosiva, e violenta que ela tinha conhecido ?   
Susan foi buscar explicações esse mistério no âmago de  sua infância  e  nas muitas personalidades anteriores do pai: um  cidaão americano, alpinista e o aventureiro que viveu no interior da Amazônia, fugitivo do Holocausto em   Budapeste.  
Quando  viajou para a Hungria para se reunir ao pai, caiu em um labirinto de histórias sombrias. 
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A luta de Susan Faludi para enfrentar a metamorfose a  levou a percorrer todas as fronteiras : histórica, política, religiosa, sexual -e a deixou face a face com a questão da  premência que a idade traz: A identidade sexual é algo que você escolhe ou é algo de que não pode escapar?"
 

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sexta-feira, 1 de julho de 2016

Transgêneros podem servir Exército dos Estados Unidos

    "DEVAGAR SE VAI AO LONGE"


(ditado popular)


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E eis o texto publicado no "El País" Internacional




""O Exército dos Estados Unidos anunciou nesta quinta-feira que pessoas transgênero poderão servir abertamente em suas fileiras. Em uma medida sem precedentes, o Departamento de Defesa criou um programa para que os militares que queiram fazer a transição de gênero possam desenvolvê-la dentro do Exército.




O secretário de Defesa dos EUA, Ashton Carter. AFP

“Isso é o correto para nossos cidadãos e para o nosso Exército”, afirmou Carter nesta quinta. “Estamos falando de americanos com muito talento que servem a seu país o que querem ter a oportunidade de servir”. O secretário de Defesa acrescentou que “não podemos permitir que haja barreiras que não estejam relacionadas com as qualificações de uma pessoa e que nos impeçam de recrutá-la”.
De maneira imediata, nenhum membro do Exército poderá ser expulso, separado ou ter seu acesso negado às Forças Armadas pelo fato de ser transexual. Os EUA se unem assim a outros 18 países que já permitem que pessoas transgênero sirvam, incluindo vários aliados norte-americanos como o Reino Unido, Israel e Austrália. “A identidade de gênero de uma pessoa não vai lhe fechar portas”, disse Carter.
O anúncio do Departamento de Defesa ocorre num momento em que os EUA se encontram envolvidos em um intenso debate sobre os direitos de pessoas transgênero. O Exército tomou a iniciativa retirando uma das últimas proibições que permaneciam em vigor.

Em 2010, o Governo Obama havia permitido que os homossexuais servissem no Exército, e desde janeiro deste ano as mulheres também podem acessar a praticamente todos os postos de combate.






Carter explicou nesta quinta (30/6) em Washington que o Exército “necessita ter acesso a todo o talento que seja possível” para seguir liderando as Forças Armadas, “poder recrutar os mais qualificados e também retê-los”. O Departamento de Defesa estima que há 2.500 efetivos de um total de 1,3 milhão de militares na ativa, assim como outros 1.500 na reserva –de 825.000–, que são pessoas transgênero. Os cálculos mais altos apontam para um total de 7.000 transexuais.

“A realidade é que há pessoas transgênero que vestem nosso uniforme, e temos uma responsabilidade com elas”, disse Carter. O secretário de Defesa reconheceu que na atualidade um membro do Exército norte-americano que queria fazer uma transição de gênero precisa realizá-la através de um serviço médico e deve pagar com seus próprios recursos. “Isso não coincide com a promessa que fizemos a todos os nossos membros quando dizemos que cuidaremos deles e pagaremos por seus gastos médicos”.

O Exército começará aceitar as pessoas transgênero após um período de preparação do pessoal encarregado de recrutar novos membros que durará nove meses. O único requisito será que tenham concluído a transição de gênero e que um médico certifique que tenham permanecido estáveis em sua nova identidade durante pelo menos 18 meses
Ao longo dos próximos três meses, as instalações médicas do Exército também proporcionarão a seus membros a atenção necessária para realizar a transição de gênero, se assim o desejarem, ou para a tratamentos hormonais. O Departamento de Defesa permitirá, de qualquer maneira, que registrem sua nova identidade pessoal dentro das Forças Armadas.

O Exército norte-americano anunciou há quase um ano que estava estudando a possibilidade de abrir as suas fileiras para pessoas transgênero. Durante esse tempo, alguns líderes do Exército pediram que se atrasasse a medida para poderem avaliar seu impacto. No entanto, Carter justificou nesta quinta-feira que foi possível aplicar as lições aprendidas desde que foi eliminada a proibição para os homossexuais.
Isso aconteceu em 2010, e desde então o Exército, como os Estados Unidos em geral, tem vivido uma onda de mudança com relação à aceitação e ao reconhecimento dos direitos de homossexuais, lésbicas, bissexuais e transexuais. As pessoas transgênero têm sido especialmente o centro do debate mais recente entre a opinião pública, com relação a seu acesso aos banheiros públicos. A decisão do Departamento de Defesa representa um respaldo fundamental, e histórico, para sua igualdade.""

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sexta-feira, 24 de junho de 2016

NO Uruguai ,o GPSGAY




"Está disponível no Brasil o premiado aplicativo uruguaio GPSGAY, uma rede social totalmente voltada para a comunidade LGBT  com todos os benefícios de um GPS, tanto para conhecer pessoas quanto para localização de produtos e serviços gay friendly. Além disso, combina a funcionalidade de algumas das principais plataformas web como Facebook, Foursquare, Amazon, Booking, Youtube entre outros.
O GPSGAY  ganhou o prêmio de melhor App escolhido pelo público na Mobile Premiere Award, em março 2015, em Barcelona (Espanha), uma das mais importantes premiações de tecnologia do mundo. 
Por meio dele, os usuários podem fazer amigos através da rede social, identificar outros usuários no mapa da cidade com recursos de geolocalização, encontrar hotéis, restaurantes, bares, boates etc. onde sejam totalmente bem-vindos.

Tais locais podem ser  avaliados pelos próprios usuários, o que permite formar um ranking de usuários da própria comunidade.
No calendário de eventos ainda vão constar, além de festas e eventos, manifestações da comunidade como as Marchas do Orgulho Gay.
Também são disponibilizados, tanto pelo celular quanto pelo site, filmes, séries, notícias, artigos, todos com a ênfase na temática LGBT. O aplicativo (App) é gratuito e compatível com iPhone e Android" 

( texto de Marina Pilato para o site da PgL Consultoria)
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 Visite:

sexta-feira, 17 de junho de 2016

"Vera", filme brasileiro sobre o transexual e poeta Anderson Herzer


Clique para assistir ao filme
https://www.youtube.com/watch?v=aucDTieG4S4




"Vera"  é um filme brasileiro (1987) dirigido e escrito   por Sérgio Toledo, baseado na vida de Anderson Herzer, , nome social de Sandra Mara Herzer, autor de "A queda para o alto". 

A trilha sonora, premiada, é de Arrigo Barnabé, Roberto Ferraz e Tércio da Motta.

Conta a história de Vera, uma interna da Febem, transexual e poeta, dos maus-tratos no internato ao suicídio, em 1982, passando pela fase em que saiu da Febem pelas mãos do (então) deputado Eduardo Suplicy que, sensibilizado com seu talento, deu-lhe apoio e conseguiu-lhe emprego.


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Assista ao filme clicando aqui:
https://www.youtube.com/watch?v=aucDTieG4S4


Elenco

  Ana Beatriz Nogueira foi escolhida entre trezentas candidatas

Prêmios

FESTIVAL DE BRASÍLIA DO CINEMA BRASILEIRO
1986
Ganhou
Melhor Atriz - Ana Beatriz Nogueira
Melhor Trilha Sonora
Melhor Técnico de Som

PRÊMIO GOVERNADOR DO ESTADO DE SÃO PAULO

1988
Ganhou
Melhor Diretor - Sérgio Toledo
Melhor Atriz Coadjuvante - Aida Leiner
Melhor Fotografia
Melhor Edição de Som
Melhor Montagem

FESTIVAL INTERNACIONAL DO FILME DE BERLIM
1986
Ganhou
Melhor Atriz - Ana Beatriz Nogueira
Prêmio "Urso de Prata"

FESTIVAL DE NANTES
1987
Ganhou
Melhor Atriz - Ana Beatriz Nogueira

FESTIVAL DE UPPSALA
1987
Ganhou
Melhor Filme

FESTIVAL INTERNACIONAL DE FILMES ALPINALE BLUNDENZ
1987
Ganhou
Menção Especial do Júri

(fonte: site "Adoro Cinema")

Caio Julio Cesar, latin lover - O imperador era bi

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